ORIENTAÇÕES

(Leia com atenção)

Muito do que os xamãs fizeram em suas experiências humanas foi impregnado de muita magia, confiança no universo, muitas entrega, leveza e beleza.

Se você está aqui é porque escolheu um número de 1 a 9, da vibração “9 Fogueiras”.

As mensagens abaixo estão numeradas, só que a SUA mensagem NÃO é aquela correspondente ao número que você escolheu.

Para encontrar a SUA mensagem, siga esses passos:

Some ao número que você escolheu, o dia e o mês do seu nascimento. Por exemplo, se você nasceu no dia 16/7 (16 de julho) e escolheu o número 9, some 16+7+9=32.

Some agora os algarismos daquele resultado até que o total alcance um número de um só algarismo. Ou seja, no exemplo (32), 3+2=5. A SUA mensagem seria a de número 5. Faça um bom proveito do conteúdo dela.

Agora, encontre a sua mensagem...

MENSAGEM 1: Imagine a sua vida como um rio de sedutoras margens. Ambas são formadas por um terreno fértil para a criação da sua realidade. Em uma das margens, a resposta às suas expectativas depende, em grande parte, das suas próprias escolhas e movimentos. Na outra, entretanto, a resposta depende, principalmente, das escolhas e movimentos de outras pessoas. Em que margem você construiria a sua realidade, cultivaria as suas inevitáveis e quase sempre perigosas expectativas? Talvez eu saiba a sua resposta, mas gostaria que você soubesse a minha: penso que você deva colocar as suas expectativas em circunstâncias que dependam, predominantemente, de você e de suas próprias iniciativas. Se você não fizer isso, possivelmente frustrará as suas expectativas porque os movimentos fugirão ao seu controle e você ainda subordinará a concepção da sua realidade, portanto, a qualidade da sua experiência, a pessoas que não pensam como você pensa, não sentem as coisas como você sente e não agem como você age. Exerça o seu irrenunciável poder de criação da sua realidade, o poder sobre a sua vida.

MENSAGEM 2:Não prive o seu sonho da liberdade da realização. Não se baste com a imaginação. A experiência de viver acontece quando o seu sonho transborda para a realidade factual, para a vivência compartilhada. Liberte o seu sonho dos limites e dos ímpetos da fantasia, para que ele possa moldar circunstâncias, conhecer outros sonhos e sonhadores. Ele será parte da realidade de todos. É nessa teia de interdependentes e complementares sonhos e realidades, que você e todos vivem as experiências individuais e coletivas, vivem as íntimas e explícitas jornadas dos sonhos imaginados e despertos. O sonho nasce dentro de você, mas precisa viver fora de você, na vida. A vida ama o seu sonho...

MENSAGEM 3: Você tem medo de mudar, embora não mais duvide de que precisa destruir um pernicioso quadro desenhado pelo tempo, emoldurado por fantasiosas expectativas e colorido por questionáveis percepções. A cada amanhecer, aumenta o incômodo da sua inação. No silêncio de seu peito, um grito: “BASTA! Acredite na sua força para se libertar de quem você está sendo para ser quem você é...”. Sim, você precisa se conectar com a verdade. Assim, faça o que seu coração clama: grite “BASTA!”. Seu grito, ressoado pelo universo, e a persistente torrente de suas ações demolirão as muralhas que distanciam você de você mesma/o. Finalmente, liberte-se do apego às tóxicas circunstâncias que a/o aprisionam. Basta acreditar na sua força e gritar um grito de amor: BASTA! Você já experimentou esse grito?

MENSAGEM 4: Você estava se distanciando dos seus sonhos. Fazia isso porque questionava as chances de alcançá-los. Imaginava que necessitaria de algo além da persistência. Percebia seus sonhos como conquistas compatíveis com o tamanho de sua imaginação, porém maiores que o seu coração. Assim, preferia permitir um “sonho alternativo”, mais adequado à sua suposta possibilidade de concretização... Aceitava essa lógica meramente compensatória e frágil, mas doía admitir que esse gesto de desistência, mutilaria você essencialmente... e esta parte arrancada de você, cedo ou tarde gritaria no seu peito. Retome então a trilha de seus sonhos originais. Por mais longo e sinuoso que seja o caminho até eles, convença-se de que, a partir dessa corajosa e amorosa decisão, você pode contar com a compreensão do Universo. Certamente, o Universo a recompensará com a ressonância desse gesto de amor que dedica a você mesma/o. Hoje, você tem consciência da magia que vivia nesse impasse existencial. Quase abdicou de seus sonhos, mas eles próprios jamais abdicaram de você. Hoje, você está certa/o de que vocês se encontrarão, você e seus sonhos, porque você desistiu de desistir deles...

MENSAGEM 5:Corria em direção à aldeia porque precisava contar as novidades! Havia experimentado uma revelação! A de que pulsavam em mim dois/duas guerreiros/as: o/a verdadeiro/a que eu trouxe para essa existência e o/a falso/a que o mundo tem forjado em mim. Posso chamá-lo/a de falso/a porque, em muito, ele/a contraria o meu ser. Ele/a é resultado das expectativas que me cercam, impregnadas de padrões moldados pela realidade do nosso mundo. Não desejo destruir aquele/a que chamo de falso/a porque ele/a se relaciona com o mundo em que vivo. Quero fortalecer o/a verdadeiro/a porque esse/a guerreiro/a eu trouxe para a minha jornada humana, é a minha essência, esse/a sou eu, tal como fui concebido/a nas aldeias do cosmo. Quero reequilibrar as forças desses/as dois/duas guerreiros/as em mim. Saber dos/as dois/duas guerreiros/as me faz feliz porque me permite melhor compreensão da vida e melhor percepção de mim.

MENSAGEM 6: Por que eu desisto de mim? Que força é essa que me finca no chão, que me torna inerte e que me traz agonia ao ver a vida fluir ao meu redor? Por que eu não grito o meu mais íntimo grito e me lanço em direção à liberdade que contemplo? Por que eu me apego a essa tola inação? Medos? Por que eu não me convenço que meus medos são invenções minhas e que eles serão tão mais perversos quanto menos amoroso/a eu for comigo? Mas... Por que ninguém me ajuda? Será porque eu jamais pedi para ser ajudado/a? Então, agora eu peço e faço um pacto de empenho. Pronto! Olhe o que eu estou fazendo. Liberto-me dos grilhões que forjei em mim!  Dou assim o primeiro passo! Agora me desapego dos medos! Assim, dou um segundo passo em minha direção! Estou dois passos mais próximo/a de um lugar melhor! Alguém me ajuda? Claro! Eu me ajudo! Ninguém mais poderia fazer esse papel. Admitir isso me faz bem. Que sensação boa... Eu a reconheço... É a liberdade... Tenho vontade de sorrir...

MENSAGEM 7: Em suas caminhadas pela vida, você tem tido a oportunidade de conhecer muitas pessoas. É possível que em algum momento você tenha passado por elas e tenha carregado uma incômoda sensação de ter deixado algo ou alguém para trás, um pedaço de sua vida, talvez. Logo se recupera porque vem a noção de que é uma ilusão pensar que você possa ter uma ligação especial com algo ou alguém e não ter percebido esse fenômeno no momento em que ele tenha acontecido... Engano seu! A verdadeira ilusão é imaginar que isso não seja possível e que o que você tenha experimentado seja uma mera fantasia. Quando você tiver aquela incômoda sensação de que deixou um pedaço de sua vida para trás, pare e volte! Você perceberá que o caminho de volta pode ser o caminho da revelação, o único caminho de ida até você...

MENSAGEM 8: Você ama ou tem necessidade daquela pessoa? Você ama aquela pessoa porque tem necessidade dela ou tem necessidade dela porque a ama? Acho útil a compreensão do seu sentimento e, assim, da sua experiência. A necessidade é a manifestada dependência de alguém e, como tal, para muitas pessoas transcende ao amor. Cessa o amor, persiste a necessidade... O amor é o encontro de corpos e almas. O instigante no amor, ao meu olhar, é que a necessidade da presença do outro igualmente se manifesta. Nele, entretanto, ela não me parece visceral. Sinto-a branda e com um caráter romântico. Cessa o amor, cessa a necessidade... Assim, admito que a harmoniosa convivência do amor com uma dose de instigante necessidade seja algo bem-vindo, talvez seja até uma visão do que seja o romance. Você consegue responder às perguntas que fiz?

MENSAGEM 9: Sentia-me dominada/o. Imaginava que nunca me libertaria das circunstâncias que me oprimiam, porque isso implicaria o enfrentamento de um penoso desdobramento. Dessa forma, a minha libertação estava cerceada por uma perspectiva de dor, por mim mesma/o projetada e sustentada. Demorei a perceber aquela dor como um forçoso episódio para prevenir o estruturado sofrimento que já experimentava. Então, aceitava que o medo me entorpecesse e me fizesse acreditar nas tramas que eu mesma/o tecia para não fazer o que me era essencial fazer. Finalmente, realizei que os temidos efeitos de minha libertação não precisavam ser opressores e sim circunstâncias por mim domináveis. Bastava-me uma decisão interna e, a partir dela, atribuir a todas as repercussões imediatas, objetivas e subjetivas, uma posição subordinada às minhas possibilidades e oportunidades; portanto, sob meu comando. Sim, esse seria o primeiro passo para consolidar a minha libertação: a solitária, íntima e prazerosa decisão de ter a minha vida, enfim, sob meu controle...